sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Axé music comportada

Ela negou o pedido das crianças e não cantou o hit "Lobo mau" por acreditar que a música faz apologia à pedofilia Saiba mais detalhes

Carla Perez, no Carnaval de Salvador, à frente do trio elétrico Algodão Doce, voltado ao público infantil

No domingo anterior ao da Páscoa, os cristãos comemoram o Domingo de Ramos, que relembra a chegada de Jesus a Jerusalém, montado em uma jumentinha emprestada. Seus seguidores tiravam as próprias capas e as estendiam no chão para que Jesus passasse por elas. E cantavam: “paz no céu e glória nas alturas”. Os fariseus, religiosos hipócritas da época, pediram a Jesus que mandasse-os se calar. “Se estes se calarem, as pedras clamarão!”, Ele respondeu.

Quão grande é o poder e a sabedoria divina! As mesmas pedras que obstruíram o caminho agora são usadas na construção de uma nova estrada. Quem diria que, em pleno Carnaval, artistas que ganharam fama com as crianças a partir de músicas e coreografias erotizadas seriam hoje um instrumento de conscientização e divulgação da paz na Terra e entre os homens.


Carla Perez foi a principal dançarina do grupo de axé music que ficou conhecido em todo o país nos anos 90 por suas canções com duplo sentido e tom erótico, além das coreografias ousadas das bailarinas.

Com o marido Xandy, também cantor de axé music, e os filhos do casal

Clique aqui e saiba mais sobre as mudanças que aconteceram na vida da cantora

3 comentários:

  1. Linda reflexão amiga.
    Que além desse despertar com relação às crianças, exista em breve o despertar com relação à figura da mulher.
    De nada adianta proteger uma menina quando é pequena e ficar esperando ansiosamente que ela faça 18 anos pra jogá-la no "mercado".

    Geison e eu estávamos comentando quão enojante é ouvir coisas do tipo:
    "nem quero ter filha mulher, não quero ser FORNECEDOR..."

    Mas como aqui se planta e aqui se colhe, deixemos com o tempo e a Justiça do Alto.
    Amemos nossas meninas e meninos, como almas, como seres completos e não como mercadorias.

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  2. E o pior é que a mulherada 'contribói' muito pra isso...
    Os homens estão como estão, muito por culpa de algumas mulheres que querem ser como eles.
    Como diz minha irmã, é raríssimo encontrar mulher como a gente hoje no mercado. Risos.
    Ta tudo muito facilitado... Não há pudores, valores, regras... Estamos na época do vale tudo. Sodoma e Gomorra!
    Que continuemos firmes na batalha pelos valores de paz.

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  3. Pode crer amiga, uma vergonha pra classe...
    Pior ainda do que querer ser como eles, é que homem não possa nú por aí, nem se oferece como objeto nessa proporção.
    Deles deveríamos copiar a parte boa, não a ruim! SHAME!

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